Resenha Espírita

Edição: Novembro/2007
Última atualização: 22/novembro/2007
Editorial

É aceito que o Espírita deve viver ao lado de seus contemporâneos, submetido às tensões e tentações de seu tempo sem, contudo, compactuar com a loucura reinante.Não há lugar no Espiritismo para vida reclusa e contemplação improdutiva. Fuga das tentações do mundo e isolamento dos "pecadores".

O Espírita enfrentará suas fraquezas no calor das batalhas da vida. Conviverá com o erro combatendo-o, amparando a vítima e perdoando o algoz. Cairá por sua ignorância, reerguendo-se para seguir aprendendo mais. Suportará o conflito íntimo do "homem velho" que teima em dormir nas trevas e o "homem novo" que busca seguir para a luz.

E para vencer tal desafio, é preciso dispor de uma força considerável e uma disposição imorredoura. Não é à toa que Emmanuel, interrogado por Chico Xavier sobre os itens necessários para o sussesso moral, respondeu,sem rodeios: Disciplina, disciplina e disciplina.

Oremos, vigiemos e perseveremos, solicitando o auxílio do Alto, cuidando de nossas ações aqui em baixo, e exercitando a disciplina para repetir amanhã a boa-vontade em crescer que nos felicitou hoje.

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