Resenha Espírita
Brasília/DF - Brasil
Edição: Março/2008
Última atualização: 18/março/2008
Editorial

A vida na Terra, um mundo de provas e expiações, traz desafios que testam nossa predisposição de nos melhorarmos e exigem esforços para enfrentá-los.

A raiva, uma herança dos tempos de animalidade, é um elemento que demanda constante vigilância. Situações aparentemente simples, distorcidas pela eclosão de surtos de raiva, podem nos levar a perder a paciência e tornarmo-nos agressivos e perigosos.

O cultivo da raiva, além de ser reprovado pelos espíritos superiores, pode trazer conseqüências maléficas para o organismo. Segundo um estudo feito nos Estados Unidos, (http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u374395.shtml), o estresse provocado pela raiva, pode dificultar a recuperação em casos de cirurgia. Isso sem considerarmos as repercussões espirituais de nossos desequilíbrios emocionai e seus efeitos em nossas relações sociais.

O Espiritismo traz valiosos ensinamentos para o esforço de controle da raiva. Destaca-se a passagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo XVII, "O Homem de Bem". Aí, Kardec lista uma série de conselhos que nos preparam para diversas situações da vida, inclusive para aquelas situações em que temos nossos direitos desrespeitados.

Vale a pena estudá-los porque, no momento em que a ira surgir e estender seu domínio sobre nós, são esses esclarecimentos que nos apontarão o caminho da moderação, prevenindo-nos de cometer atos dos quais venhamos a nos arrepender no futuro e imergirmos em estados danosos à nossa saúde física e espiritual.

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