Resenha Espírita
Brasília/DF - Brasil
Edição: Agosto/2009
Última atualização: 21/agosto/2009
Editorial

Segundo projeções de uma pesquisa realizada no Brasil para os anos de 2006 a 2013 e publicada no site da internet UOL, 33.504 adolescentes correm o risco de serem assassinados. Esses números, revelando um grave problema social, preocupam os especialistas do setor, que tentam compreender as causas deste fenômeno.

O Espiritismo pode auxiliar no entendimento das causas do fenômeno e na busca de soluções para mais esse problema social.

A Doutrina Espírita revela que a violência tem suas raízes nas imperfeições morais e no atraso espiritual da humanidade. Vivemos em um mundo de Prova e Expiação, onde o mal predomina, em transição para um mundo de Regeneração, onde o bem predominará.

Enquanto o mal teimar em prevalecer, continuarão as ocorrências de mortes violentas, principalmente de jovens. Depende fundamentalmente do esforço de cada um a transformação do Planeta, a partir da transformação interna do ser humano.

Nesse particular, o Espiritismo possui ensinamentos morais que nos ajudam a lidar com os conflitos da convivência social de uma forma mais civilizada. Ele apresenta de forma lógica a razão do perdão das ofensas, ensinado por Jesus. Mostra igualmente as consequências negativas para o nosso progresso espiritual, da vingança, da violência e do assassinato.

Em “O Homem de Bem” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, 3), Allan Kardec descreve como um espírita deve se comportar na sociedade, antecipando como será o padrão das pessoas medianas no mundo de Regeneração que irá se instalar na Terra. Esse comportamento centrado na bondade, benevolência e fraternidade reduzirá a níveis mínimos a violência em geral e, em particular, a violência juvenil.

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